sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sagrada Família

Quem tem, sabe:
Melhor não tem, quem tem.
Sagrado teto, sagrado lar.
Quem não tem, sabe…
melhor que tenha.
Espaço de paz, tesouro na terra
Espaço de luz, tesouro no céu.
Quem tem, sabe:
Quem não tem quer ter.
Quem não tem, sabe:
Quem tem tem bem.
Sagrado lar, sagrada família.
Nele todos se acham,
Se descobrem,
Se acolhem,
Se juntam,

Se amam… de verdade.

VOLTANDO

Voltando ao meu querido Blog, depois de um tenebroso inverno!!!!

Tive meus motivos pra me afastar, mas agora não vem ao caso, porque estou aqui, voltando para esse mundo virtual que é só meu.
Obrigada por todos aqueles que me seguiraam e seguem.
Um enorme beijo.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A LOIRA DO BANHEIRO

Essa lenda é muito conhecida, qualquer em já deve ter ouvido falar nela nos corredores de uma escola. Ela é muito comentada, mas também incerta, existem muitas versões para ela.

Uma delas diz, que uma menina loira muito bonita vivIa matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora, enfim. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros femininos de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho.

Outros dizem que esta loira aparece com o rosto cheio de cicatrizes e fere as garotas, ou com algodão no nariz, pedindo para que tirem. Também há a de que, se chamar tantas vezes em frente ao espelho ela vai aparecer.

É uma história complicada, mas é uma das lendas bem antigas que fazem parte da vida de qualquer estudante.

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Amulher da Estrada


Uma mulher muito bonita, estava nomeio da estrada desesperada e pedindo socorro a quem passasse.
Um caminhoneiro, vendo-a aflita parou e ela falou que havia acontecido um acidente e que o carro estava no barranco abaixo com sua filha presa às ferragens e ela não conseguia tirá-la.
Ele mais que depressa foi com ela até o carro que havia batido em uma árvore e ao chegar lá, ele viu que a loira estava ao volante morta e que sua filha estava na cadeirinha do banco trazeiro.
Ele ficou muito assustado, mas entendeu que o fantasma da mulher havia pedido socorro pela filha.


Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero